30 julho, 2010

Bar do Vadico

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 11:49 am

Essa semana demos uma passada pelo Bar do Vadico no bairro Ponte Preta.

Já tivemos nossas andanças por esse local, mas sempre é gostoso visitar botecos bons e baratos.

O x-miséria (feito de mortadela) continua sendo o carro chefe com preço imbatível. Aliás, todos os sanduíches servidos pela casa são bons, em qualidade, tamanho e preço. Valem a pedida.

É um boteco para os profissionais e os iniciantes a profissionais. Ambiente tranquilo, cerveja honesta, comida idem e atendimento diferenciado.

Vale a pena conferir.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

26 julho, 2010

Comer e Beber - Campinas - 2010

Arquivado em: Blog — Gustavo Scalzilli @ 6:52 pm

Anualmente a Revista Veja lança a publicação Comer e Beber de Campinas. Essa publicação contém eleição dos melhores estabelecimentos gastronômicos da cidade de acordo com os votos dos seus jurados.

Hoje tive a oportunidade de ler e estudar os votos dos bares e botecos. E, como de costume, não concordo com os escolhidos. O que eu considero normal. Cada pessoa tem o seu gosto, seu estilo, suas necessidades etc, que definem qual o melhor bar/boteco. O City Bar foi eleito novamente como o melhor boteco, e eu discordo. Mas, como eu disse, é o MEU gosto. Que não é, necessariamente, igual aos dos meus leitores e vice versa.

Mas o que eu realmente discordo é a forma em que a eleição é realizada: são 10 jurados que escolhem, dentre TODOS os botecos da cidade, o único melhor. Por ser uma votação em relação a todos os botecos campineiros já existe uma discrepância: é impossível conhecer todos. E tenho certeza que os jurados não conhecem. Nem eu! Nem ninguém! Achar que ter visitado os barzinhos e botequinhos da moda é conhecer todos é um grande engano. Bruno Ribeiro, colunista do Correio Popular, é um dos jurados. Ele possui uma experiência de botequinagem para dar inveja a qualquer um. Ele escolheu o Bar Central em Sousas (diga-se, excelente local). Provavelmente é a pessoa mais recomendada para ser jurado de um concurso desses, mas, com certeza, não conhece todos os botecos da cidade. Então, imaginem o Careca, ex-jogador de futebol, que é um dos jurados também.

Outro ponto que quero comentar é que o vencedor é simplesmente aquele estabelecimento que recebeu maior número de votos. É um método simples porém que pode causar “falsos” resultados. Analisando os 10 votos para a categoria melhor boteco, vemos que o City Bar venceu com apenas 2 votos. Com apenas 20% de uma amostragem de 10 pessoas, o City Bar foi considerado o melhor da cidade! É impossível achar que essa eleição possa ser considerada a “voz do povo”. Os outros 8 jurados escolheram, cada um, botecos diferentes. O que mostra que o melhor boteco, para a Veja Campinas, não é o que a maioria prefere. E esse tipo de situação ocorre com várias outras categorias votadas nessa edição.

Eu costumo questionar esse tipo de eleição pelo simples aparicação nessa publicação é um retorno enorme para qualquer estabelecimento. Estou falando de dinheiro mesmo! É notório que o movimento aumenta, mesmo que temporariamente, para os vencedores e/ou indicados. Nesse caso é preciso ter maior critério nas escolhas dos jurados e nos critérios da eleição. Caso contrário, votar no boteco/bar de amigo fica sob suspeita de favorecimento. E isso mancha a dita idoneidade da publicação.

Para finalizar, para mim o melhor boteco é…. aquele que fornece o melhor atendimento, a melhor comida, a melhor bebida tudo a preços justos. E como tudo isso é subjetivo ao gosto e bolso de cada um. Cada um tem o seu melhor boteco. c.q.d.

23 julho, 2010

Escoceses lançam a cerveja mais forte do mundo

Arquivado em: Blog — Gustavo Scalzilli @ 10:16 am

Essa deve doer a garganta :-)

Por Redação Yahoo! Brasil

Os escocesses são mundialmente famosos pelo whisky e, agora, pela cerveja mais forte do mundo. A pequena cervejaria BrewDog anunciou nesta quinta-feira (22) o lançamento da especialidade “The End of History” ou “O Fim da História”, em português. A novidade artesanal possui 55 graus de teor alcoólico, mais que whisky com 44 graus. Uma cerveja comum, de latinha, tem cerca de 5 graus.

A cerveja é comercializada em garrafas revestidas por arminho ou esquilo cinza empalhado, mas os criadores da cerveja garantem que os animais foram encontrados mortos. O preço da peculiaridade é um tanto salgado, respectivamente, £500, ou R$ 1.135, e £700, R$ 1589. Só foram produzidas 11 garrafas, sete arminhos e quatro esquilos, vendidas com certificado de autenticidade.

Apesar de se tratar de uma cerveja, a instrução é para ser consumida aos poucos como um destilado forte. Pode ser ingerida ao longo dos anos, já que a garrafa tem a possibilidade de fechamento após aberta. Haja saúde!

8 julho, 2010

Bar da Vendinha

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 2:02 pm

Gostamos de Bares. E adoramos botecos. Daqueles que são capazes de nos surpreender quando achamos que conhecíamos tudo.

Bar da Vendinha tinha tudo para ser mais um boteco de esquina num bairro campineiro. Bom, fomos lá conhecer e tivemos uma grata surpresa: uma cozinha de excelente qualidade. Não possui um vasto cardápio mas tudo que provamos estava muito acima da média. Notas de louvor para o sanduíche de linguiça, ovo e queijo, o “prato da casa”. As porções de torresmo e de filé acebolado também são dignos de nota.

O local apresenta ambiente muito tranquilo, atendimento de primeira qualidade e preços honestos. Ficamos surpresos e gratos pela visita. Imperdível.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.