26 julho, 2010

Comer e Beber - Campinas - 2010

Arquivado em: Blog — Gustavo Scalzilli @ 6:52 pm

Anualmente a Revista Veja lança a publicação Comer e Beber de Campinas. Essa publicação contém eleição dos melhores estabelecimentos gastronômicos da cidade de acordo com os votos dos seus jurados.

Hoje tive a oportunidade de ler e estudar os votos dos bares e botecos. E, como de costume, não concordo com os escolhidos. O que eu considero normal. Cada pessoa tem o seu gosto, seu estilo, suas necessidades etc, que definem qual o melhor bar/boteco. O City Bar foi eleito novamente como o melhor boteco, e eu discordo. Mas, como eu disse, é o MEU gosto. Que não é, necessariamente, igual aos dos meus leitores e vice versa.

Mas o que eu realmente discordo é a forma em que a eleição é realizada: são 10 jurados que escolhem, dentre TODOS os botecos da cidade, o único melhor. Por ser uma votação em relação a todos os botecos campineiros já existe uma discrepância: é impossível conhecer todos. E tenho certeza que os jurados não conhecem. Nem eu! Nem ninguém! Achar que ter visitado os barzinhos e botequinhos da moda é conhecer todos é um grande engano. Bruno Ribeiro, colunista do Correio Popular, é um dos jurados. Ele possui uma experiência de botequinagem para dar inveja a qualquer um. Ele escolheu o Bar Central em Sousas (diga-se, excelente local). Provavelmente é a pessoa mais recomendada para ser jurado de um concurso desses, mas, com certeza, não conhece todos os botecos da cidade. Então, imaginem o Careca, ex-jogador de futebol, que é um dos jurados também.

Outro ponto que quero comentar é que o vencedor é simplesmente aquele estabelecimento que recebeu maior número de votos. É um método simples porém que pode causar “falsos” resultados. Analisando os 10 votos para a categoria melhor boteco, vemos que o City Bar venceu com apenas 2 votos. Com apenas 20% de uma amostragem de 10 pessoas, o City Bar foi considerado o melhor da cidade! É impossível achar que essa eleição possa ser considerada a “voz do povo”. Os outros 8 jurados escolheram, cada um, botecos diferentes. O que mostra que o melhor boteco, para a Veja Campinas, não é o que a maioria prefere. E esse tipo de situação ocorre com várias outras categorias votadas nessa edição.

Eu costumo questionar esse tipo de eleição pelo simples aparicação nessa publicação é um retorno enorme para qualquer estabelecimento. Estou falando de dinheiro mesmo! É notório que o movimento aumenta, mesmo que temporariamente, para os vencedores e/ou indicados. Nesse caso é preciso ter maior critério nas escolhas dos jurados e nos critérios da eleição. Caso contrário, votar no boteco/bar de amigo fica sob suspeita de favorecimento. E isso mancha a dita idoneidade da publicação.

Para finalizar, para mim o melhor boteco é…. aquele que fornece o melhor atendimento, a melhor comida, a melhor bebida tudo a preços justos. E como tudo isso é subjetivo ao gosto e bolso de cada um. Cada um tem o seu melhor boteco. c.q.d.

23 julho, 2010

Escoceses lançam a cerveja mais forte do mundo

Arquivado em: Blog — Gustavo Scalzilli @ 10:16 am

Essa deve doer a garganta :-)

Por Redação Yahoo! Brasil

Os escocesses são mundialmente famosos pelo whisky e, agora, pela cerveja mais forte do mundo. A pequena cervejaria BrewDog anunciou nesta quinta-feira (22) o lançamento da especialidade “The End of History” ou “O Fim da História”, em português. A novidade artesanal possui 55 graus de teor alcoólico, mais que whisky com 44 graus. Uma cerveja comum, de latinha, tem cerca de 5 graus.

A cerveja é comercializada em garrafas revestidas por arminho ou esquilo cinza empalhado, mas os criadores da cerveja garantem que os animais foram encontrados mortos. O preço da peculiaridade é um tanto salgado, respectivamente, £500, ou R$ 1.135, e £700, R$ 1589. Só foram produzidas 11 garrafas, sete arminhos e quatro esquilos, vendidas com certificado de autenticidade.

Apesar de se tratar de uma cerveja, a instrução é para ser consumida aos poucos como um destilado forte. Pode ser ingerida ao longo dos anos, já que a garrafa tem a possibilidade de fechamento após aberta. Haja saúde!

8 julho, 2010

Bar da Vendinha

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 2:02 pm

Gostamos de Bares. E adoramos botecos. Daqueles que são capazes de nos surpreender quando achamos que conhecíamos tudo.

Bar da Vendinha tinha tudo para ser mais um boteco de esquina num bairro campineiro. Bom, fomos lá conhecer e tivemos uma grata surpresa: uma cozinha de excelente qualidade. Não possui um vasto cardápio mas tudo que provamos estava muito acima da média. Notas de louvor para o sanduíche de linguiça, ovo e queijo, o “prato da casa”. As porções de torresmo e de filé acebolado também são dignos de nota.

O local apresenta ambiente muito tranquilo, atendimento de primeira qualidade e preços honestos. Ficamos surpresos e gratos pela visita. Imperdível.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

30 junho, 2010

Céu Azul

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 1:22 pm

Fiquei um tempo sem visitar diferentes botecos e, consequentemente, escrever aqui no site. Mas “o bom filho à casa torna”.

E voltamos com estilo. Céu Azul é daqueles botecos que muita gente passa na frente todos os dias no movimentado centro campineiro. Muitos param para tomar algumas, comer algo ou jogar uma sinuca. Outros, sequer param. Esses não sabem o que estão perdendo.

Simples sim, porém de alta qualidade. Ambiente típico de qualquer boteco o local agrada pelo som ambiente - quando fomos estava tocando moda de viola, pela freguesia, pela cerveja gelada e pela alta qualidade dos petiscos. Tudo orquestrado pela Beth, comandante de extrema simpatia. Recomendamos a porção de costelinha de porco com fritas e a de calabresa. Excelentes!!

Confesso que entramos despretenciosos no boteco. E saímos maravilhados. Simples, barato e de qualidade. Alguém quer mais? Eu não.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

11 junho, 2010

Costa do Sol

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 3:49 pm

Em ritmo de Copa do Mundo, ficarei ligado na TV todo esse tempo, fomos revisitar o Costa do Sol.

Vale a mensionar aqui a excelente qualidade da cozinha. Dessa vez nos deliciamos com uma grande porção de mini pastéis, pastéis de belém e cavalinha a milanesa.

O estabelecimento é restaurante durante o dia e bar a noite. Em tempos de frio as sopas e caldos servidos são uma excelente opção.

Vale a pena conferir.

27 maio, 2010

Bar do Delei

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 1:40 pm

O distrito de Barão Geraldo é um reduto de bons bares e botecos. Aos poucos vamos conhecendo novos estabelecimentos. O que é sempre muito bom.

Bar do Delei foi indicação dos amigos que moram nas redondezas. Nenhum tinha ido ao bar, diga-se. Porém a vontade de conhecê-lo ‘falou mais alto’.

Pois bem, lá estivemos e gostamos. Não há muita opção de comida durante a semana, mas a porção de linguiça da casa é excelente! Já valeu toda a visita. Vanderlei, o Delei do nome do bar, atende a clientela sempre com simpatia e com futebol na TV. Torcedor da Ponte Preta não esconde isso de ninguém ao expor as camisas do seu time de coração.

Nota para a mesa de sinuca com pano vermelho, algo inusitado para os botecos em geral. Estabelecimento que vale a pena conferir

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

24 maio, 2010

Nina’s Bar

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 1:50 pm

Mais um boteco em nossas vidas botequeiras.

Simples, comida de boa qualidade e cerveja barata. O Nina’s Bar não possui letreiro para identificá-lo mas é grande suficiente para que seja visto.

O atendimento é muito bom e a comida também. Durante a noite a variedade não é o forte, mas durante o almoço é servido pratos feitos que são o forte da casa.

Um local interessante para tomar uma cerveja gelada a preço justo, nas redondezas do Dalben.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

16 maio, 2010

Sangue de Cobra

Arquivado em: Blog — Gustavo Scalzilli @ 9:25 am
Sangue de Cobra

Sangue de Cobra

Já faz algum tempo que estou para escrever sobre o short drink Sangue de Cobra.

Ele me foi apresentados anos atrás por um grande amigo (?!?!) que conheceu de outro grande amigo, que trouxe a ideia de terras longínquas. Diz a lenda, que o drink foi criado na Polônia em alusão à bandeira daquele país. Outros dizem que é de origem brasileira mesmo, coisa de gente que quer tomar algumas com estilo. Logo, não há concenso em relação a sua origem. Pela história, eu fico com os poloneses.

O drink é composto de vodka, groselha e pimenta. Simples e que atrai a todos por sua mistura de álcool com doce. Para montá-lo é necessário que a vodka esteja bem gelada (cremosa), para que não aconteça de se misturar com a groselha.

Passos da montagem:

1. Em um copo coloque 2 dedos de groselha (a marca vai do gosto e bolso do freguês);

2. Vagarosamente vá inserindo vodka (cremosa de gelada, lembre-se disso) até que a proporção fique igual à groselha;

3. Pingar 3 gotas da pimenta (aqui também vai do gosto do freguês).

O resultado final é um drink bifásico, com a groselha embaixo da vodka (lembra da bandeira da Polônia), e com as gotas de pimenta logo acima da groselha. Pronto. Está pronto.

Para beber, é só virar como todo bom short drink. Claro, que a tradição manda cantar uma música tradicional polonesa antes de ingerir tal iguaria. Mas se você não se lembra dela, pode virar a vontade.

Ele entra queimando (vodka + pimenta), mas logo o alívio passa com a entrada da groselha. E no final nem parece que você acabou de ingerir algo alcoolicamente pesado. E aqui entra a dica: cuidado com a quantidade. Pode parecer inofensivo mas não é.

Bom, está apresentado tal drink para todos.

Divirtam-se com sabedoria e parcimônia.

E digam o que acharam!

13 maio, 2010

Bar do Gaúcho

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 5:12 pm

O Bar do Gaúcho foi um marco em nossas peripécias botequeiras de Campinas. Isso ocorreu a alguns anos atrás e serviu para derrubar qualquer preconceito com bares de aparência duvidosa. O estabelecimento merecia um retorno. E voltamos.

E tivemos uma surpresa: o Rudnei (o Gaúcho) não era mais o dono. Agora o estabelecimento é tocado pelo Pedro (o Alemão), que coordena a churrasqueira do Rei do Cupim, ou seja, tem “know how” gastronômico.

Alguns sabem como adoro o cupim e em especial àquele servido no Rei do Cupim. Bom, agora descobrimos um boteco em que a iguaria é servida pelo próprio artesão! Notas máximas para o novo Bar do Gaúcho. E as porções de cupim e costela estavam divinas. Como sempre.

Em conversa muito animada com o novo proprietário descobrimos que ele está no comando a pouco tempo. Questão de dias. Pretende mudar o nome e fazer uma reforma no local. Um excelente pretexto para o nosso retorno e saborear o melhor cupim da cidade. Arrisco a dizer.

Vale a pena usufruir, curtir e prestigiar a empreitada. Viva o novo Bar do Gaúcho!

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.

7 maio, 2010

Bar do Val

Arquivado em: Botecos — Gustavo Scalzilli @ 11:36 am

Mais um boteco novo em nossa lista. De novo, novo para nós. :-)

Bar do Val possui diferenciados assados e é considerado, por muitos nas redondezas, como o melhor frango assado da cidade. É muito bom. Mas realmente para afirmar tem que conhecer o resto, e minhas pretensões estão longe de virar realidade. Mas com certeza vale experimentar.

Os assados são servidos somente aos finais de semana. Durante a semana terá que se contentar com o que estiver disponível. O que não é ruim, porém pode causar desapontamentos de quem for ávido por um petisco.

De resto é um boteco clássico como tantos outros: atendimento de primeira, decoração peculiar, papo descontraído e clima familiar.

Mais uma excelente descoberta. Vale a pena conferir.

Veja aqui as notas do site e dos visitantes.